Segundo o Stanford Social Innovation Review ( Kylander e Stone, 2012), as técnicas de construção de marcas utilizadas no segundo setor, ou seja, o mecardo em âmbito provado, apresentam limitações quando aplicadas ao terceiro setor, representado em grande parte pelas Organizações não governamentais. O proponente, integrante da rede de desenvolvimento social Design Possível e tendo participado nesse âmbito do processo de construção da marca do Selo Social S2, (Sistema Participativo de Garantia que visa a Certificação de empreendimentos que promovam o comércio justo, solidário e a inclusão social através do trabalho) pretende, neste projeto, propor procedimentos sistemáticos e ferramentas de construção de marca (branding) para o terceiro setor, utilizando para tanto interfaces com os processos de projeto em arquitetura e design, e, em especial, os estudos de gênero, dado que várias comunidades atendidas pelo terceiro setor caracterizam-se como predominantemente femininas.
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